terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Diário do meu confinamento

 

Décimo nono dia

 

 

E se toda a gente tivesse mimos nos aniversários?







 

 

Nota acrescentada agora:

Há pouco, abri o mail e deparei com uma mensagem que não conseguiu entrar no post do domingo passado.

Parece narcisista transcrever as palavras que se referem a mim, mas como se trata de uma grande amiga, e, sobretudo, diz outras coisas muito importantes, aqui vai:

 


'No rasto de Deus

O livro, que referes no teu post de 31 de janeiro, é, antes de tudo, fruto de uma boa comunicação, e eu sinto-me uma privilegiada por ter feito parte dessa “equipa pequena, mas muito coesa”. O que eu aprendi contigo, minha querida Amiga (e olha, Dê, que isto não é falsa modéstia nem é pose de vaidosa)!

Um livro é um dos poucos documentos que ficam para sempre e que poderão ser lidos daqui a séculos, como diz Irene Vallejo n´ O Infinito num Junco (livro que a minha Amiga Natal me ofereceu).

Pois Irene Vallejo tem razão; eu posso, hoje, facilmente, aceder a textos escritos há dez mil anos, mas não consigo ver os filmes gravados por mim há 30 anos em cassetes Beta e VHS (e até menos). Deus me valha! Falta-me (paradoxalmente) a tecnologia.

O livro Caminhando em Missão aí está, em suporte de papel, acessível para sempre. 

Organizar em livro todos os documentos que íamos conseguindo dos Consagrados foi obra Dele? Com certeza que sim, mas até eu me sinto (e Ele que me perdoe) um pouco missionária quando folheio o livro e dou de caras com o olhar sereno, amoroso, alegre e indagador de uma carmelita.

 

Mantém-te saudável, Amiga. Cuida-te que isto há de passar.

Abraço.

Clémie'

 

Não é troca de galhardetes, mas também aprendi muito contigo, querida amiga Clementina. É possível fazer um trabalho em conjunto quando há motivações idênticas e o objetivo é  comum. Neste caso, foi dar voz a dezoito Consagrados, muitos deles desconhecidos, mas que têm trabalhado, em diferentes continentes, para que o mundo fique melhor à sua volta e com pessoas mais felizes.

 Como equipa redatorial, demos o nosso melhor para que não houvesse, gralhas, incorreções... e o livro ficasse, como gostas de dizer, 'uma relíquia'. Contribuímos nós, a Rosa Amélia, a Isabel, a Rosário, a Rute, a Dolores (somos duas com o mesmo nome), a Ana Loureiro, o padre Alípio com a ideia... Como dizes, o livro  perdura no tempo. Felizmente. E há tanta coisa que é preciso descobrir, para além do ruído mediático! 

Abraço, obrigada, e bom confinamento 

 

 

 

8 comentários:

  1. Ora muito bem. De tudo o que achei interessante, amo esta musica. Ainda à pouco tempo a ouvi ( Palabras)
    -
    Beijos e uma excelente tarde!

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    1. Também gosto. Em confinamento, sabe bem ouvir músicas 'da nossa vida', como se costuma dizer.
      Um beijinho

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  2. Feliz Aniversário. Que conte muitos, mais alegres e felizes que este.
    Abraço e saúde

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    1. Obrigada, Elvira.
      Oxalá que esteja a correr tudo bem consigo.
      Um beijinho

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  3. Então um feliz aniversário e que conte muitos e seja feliz. Vou tomar nota no meu calendário de aniversários. Tenho família chegada a fazer anos neste mês.

    Beijinhos e PARABÉNS (mesmo que atrasados).

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  4. Olá, Isabel, obrigada mesmo.
    Foi a minha filha mais nova que fez anos, não eu. Eu faço no verão.
    Como está em Londres, há um ano, no dia 1 de fevereiro, a minha filha mais velha e eu fizemos-lhe uma surpresa.
    Beijinhos e muita saúde

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    1. Eu depois vi outro post e achei que estava baralhada...quando é que a Dolores faz anos? Já agora, quero tomar nota...

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  5. ??????
    OK, não quer dizer...amigas na mesma!!
    😊👍

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